Segunda, 21 de Abril de 2014
Twitter da Revista ComunhãoPágina do Fecebool da Comunhão
LiveZilla Live Help
   
Fonte
Get Adobe Flash player
Hernandes Dias Lopes

Hernandes Dias Lopes

Pastor, líder da Primeira Igreja Presbiteriana de Vitória; doutor em Ministério; Presidente da Comissão Nacional de Evangelização da Igreja Presbiteriana do Brasil; conferencista e escritor

Qua, 16 de Abril de 2014 19:05

Por que não devemos amar o que Deus odeia

A Primeira Carta de João é considerada a carta do amor. Nela o apóstolo mostra que o amor é a evidência da salvação, uma vez que aquele que não ama nunca viu a Deus. Quem não ama não nasceu de Deus. Quem não ama ainda vive nas trevas. Mas, sabemos que já passamos da morte para a vida, porque amamos os irmãos (1Jo 3,14). Todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Porém, nessa mesma carta, João fala de um amor que Deus odeia; o amor ao mundo e às coisas que há no mundo. Por que não devemos amar o que Deus odeia?

Qua, 16 de Janeiro de 2013 16:15

Ansiedade, quando o futuro parece sombrio

Ansiedade é a doença mais democrática da nossa geração. Atinge pobres e ricos, jovens e velhos, doutores e analfabetos, cristãos e ateus. Ansiedade é ocupar-se com um problema que ainda não está acontecendo. É sofrer antecipadamente. É deixar de viver de forma plena hoje com medo do amanhã. A ansiedade é o estrangulamento da alma, a asfixia das emoções, o cárcere da esperança.
Sex, 27 de Abril de 2012 08:15

Igreja, uma comunidade terapêutica

A igreja de Deus é a coluna e baluarte da verdade. Ela é filha da verdade, anda na verdade, é santificada na verdade e embaixadora da verdade. A igreja, porém, tempera a verdade com o amor. Ela fala a verdade em amor. Verdade sem amor fere; amor sem verdade engana. Para ser uma comunidade terapêutica, a igreja precisa falar a verdade e ao mesmo tempo amar as pessoas. Nas palavras de Jesus, a igreja "não esmaga a cana quebrada nem apaga a torcida que fumega". O apóstolo Paulo exorta as igrejas da Galácia: "Irmãos, se alguém for surpreendido nalguma falta, vós, que sois espirituais, corrigi-o, com espírito de brandura, e guarda-te para que não sejas também tentado" (Gl 6.1). Para que a igreja seja uma comunidade terapêutica, alguns princípios devem ser observados à luz do texto supra:

1. Uma igreja terapêutica não faz provisão para o pecado. Aqueles que vivem na prática do pecado não pertencem à igreja de Deus, pois quem vive pecando não conhece a Deus. O pecado na vida do crente é um acidente, e não uma prática. O crente não pode pecar deliberadamente, intencionalmente. Não podemos fazer provisão para o pecado e, ao mesmo tempo, pertencermos à igreja do Deus vivo. Deus nos salvou do pecado e não no pecado; fomos chamados à santidade e à irrepreensibilidade.

2. Uma igreja terapêutica é conduzida pelo Espírito Santo. Quando Paulo fala: "vós, que sois espirituais", não está se referindo a uma elite dentro da igreja. Os crentes em Cristo são aqueles que receberam o Espírito (Gl 3.2), nasceram do Espírito (Gl 4.29), andam no Espírito (Gl 5.16), produzem o fruto do Espírito (Gl 5.22,23), e vivem no Espírito (Gl 5.25). A igreja de Deus é uma comunidade terapêutica, porque os crentes, sendo espirituais, são agentes da cura, e não instrumentos da morte.

3. Uma igreja terapêutica trata com sensibilidade os que tropeçam. O apóstolo ordena: "Irmãos, se alguém for surpreendido nalguma falta, vós que sois espirituais, corrigi-o com espírito de brandura". A palavra usada pelo apóstolo procede da Medicina. Foi usada no grego clássico para reparar um osso quebrado. Precisamos lidar com tato e sensibilidade com as pessoas que caem. Devemos ser intransigentes com o pecado, mas cheios de ternura com aqueles irmãos que são surpreendidos por ele. Não podemos esmagar aqueles que já estão quebrados, nem ferir ainda mais aqueles que já estão machucados pela queda. A correção ao faltoso precisa ser com espírito de brandura e não com truculência. A disciplina visa à restauração do caído, e não sua destruição.

4. Uma igreja terapêutica mantém-se vigilante para não cair em pecado. Paulo diz que devemos nos guardar para não sermos também tentados a cair nos mesmos pecados que reprovamos nos outros. Hipocrisia e soberba são armadilhas perigosas que aprisionam e adoecem a igreja. Seria hipocrisia condenar na vida do irmão o pecado que acariciamos no coração. Somos tendentes a projetar nossos próprios erros em alguém e condenar nesse alguém o que não temos coragem de enfrentar em nós mesmos. Vemos com mais facilidade um cisco no olho do irmão do que uma trave em nosso próprio olho. Coamos mosquitos e engolimos camelos. Uma igreja terapêutica não coloca fardos nas costas das pessoas, mas leva as cargas uns dos outros.

 

Ter, 07 de Fevereiro de 2012 16:54

Ansiedade, quando o futuro parece sombrio

Ansiedade é a doença mais democrática da nossa geração. Atinge pobres e ricos, jovens e velhos, doutores e analfabetos, cristãos e ateus. Ansiedade é ocupar-se com um problema que ainda não está acontecendo.
Qua, 28 de Setembro de 2011 11:14

A morte de uma igreja

As sete igrejas da Ásia Menor, conhecidas como as igrejas do Apocalipse, estão mortas. Restam apenas ruínas de um passado glorioso que se foi. As glórias daquele tempo distante estão cobertas de poeira e sepultadas debaixo de pesadas pedras. Hoje, nessa mesma região, há menos de 1% de cristãos. Diante disso, uma pergunta lateja em nossa mente: o que faz uma igreja morrer? Quais são os sintomas da morte que ameaçam as igrejas ainda hoje?
Sáb, 25 de Junho de 2011 15:00

Legalismo, um caldo mortífero

Malcon Smith definiu o legalismo como um caldo mortífero. Quem dele se nutre adoece e morre. O legalismo é uma ameaça à Igreja, pois dá mais valor à forma do que a essência; mais importância à tradição do que à verdade; valoriza mais os ritos religiosos do que o amor. O legalismo veste-se com uma capa de ortodoxia, mas, em última análise, não é a verdade de Deus que defende, mas seu tradicionalismo conveniente.

Qui, 07 de Abril de 2011 12:42

Experiências dolorosas de um homem de Deus

A vida cristã não é um mar de rosas. Ser cristão não é viver numa redoma de vidro nem pisar em tapetes aveludados. Vida cristã é uma guerra sem trégua contra o mal; é uma luta sem pausa contra o pecado; é uma batalha contínua contra a carne, o mundo e o diabo. A vida do apóstolo Paulo retrata essa verdade de forma eloquente. A despeito desse bandeirante da fé ser o maior pastor, evangelista, missionário, teólogo e plantador de igrejas da história do cristianismo, encerrou sua carreira enfrentando cinco dramas pessoais. Vejamos quais foram.
Seg, 26 de Abril de 2010 14:27

Amor, a marca distintiva do cristão

Jesus, o Filho de Deus, e supremo intérprete das Escrituras, ordenou: "Novo mandamento vos dou - que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei. E nisto conhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns pelos outros" (Jo 13.34,35). Obviamente Jesus está falando de um certo tipo de amor. Trata-se do mesmo amor com que Ele nos amou: amor perseverante, sacrificial e santificador. Não é amor apenas de palavras nem amor regido pelos interesses do egoísmo, mas amor de fato e de verdade, amor que se sacrifica pela pessoa amada. Por essa razão, Jesus fala de um novo mandamento, ou seja, de um nível de amor que não era conhecido até então.
Qua, 03 de Março de 2010 00:00

Como restaurar relacionamentos quebrados

Os relacionamentos mais íntimos podem adoecer. As amizades mais próximas podem se acidentar nos rochedos das decepções e das mágoas. As palavras de amor podem ser substituídas pelas acusações ferinas; os abraços fraternos podem ser trocados pelo afastamento gelado; a alegria da comunhão pode ser perturbada pela tristeza da mágoa. Os relacionamentos adoecem na família, na Igreja e no trabalho. Pessoas que andaram juntas e comungaram dos mesmos sentimentos e ideais afastam-se. Cônjuges que fizeram votos de amor no altar ferem um ao outro com palavras duras. Amigos que celebravam juntos as venturas da vida distanciam-se. Parentes que degustavam as finas iguarias no banquete da fraternidade recuam, amargurados. Irmãos que celebravam festa ao Senhor no mesmo altar apartam-se tomados por gélida indiferença.
Sex, 18 de Dezembro de 2009 00:00

Solidão, o vazio dos relacionamentos

A solidão é o apanágio da geração contemporânea. Somos experimentados no relacionamento com as máquinas e inexperientes no trato com as pessoas. Vivemos cercados de gente e ao mesmo tempo, como uma ilha existencial, somos profundamente solitários. A solidão não é simplesmente uma questão de viver no ostracismo, à margem dos relacionamentos interpessoais, mas uma atitude interna, uma inadequação para esses relacionamentos.

Get Adobe Flash player

Nas bancas

Rádio Comunhão

Publicidade

Get Adobe Flash player

Devocional

  • Quinta-feira, 17 de abril

    Leitura de hoje:
    Salmos 19–21

    Versículo do dia:
    “Os céus declaram a glória de Deus; o firmamento proclama a obra das suas mãos.” – Sl 19.1

    Leia mais...